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Coleta Seletiva em Ji-Paraná

 

Prefeitura implanta Coleta Seletiva em Ji-Paraná

Os Bairros Urupá , Centro, Jardim dos Migrantes, Casa Preta, Dom Bosco, Vila Jotão e Nova Brasília serão os primeiros que irão receber o programa de Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos que está sendo implantado em Ji-Paraná pela Prefeitura Municipal em parceria com a Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Ji-Paraná (Coocamarji).

O programa é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Meio Ambiente visando instruir os moradores sobre a importância de se dar um destino adequado ao lixo.  A intenção é ir aos poucos expandido o número de bairros atendidos, chegando a 20% da cidade nos próximos seis meses e a 50 % dos bairros até julho de 2021.

As equipes da Cooperativa passam pelas ruas dos bairros, visitando os moradores e orientando como deve ser realizado o descarte dos resíduos secos, também é entregue os sacos específicos com capacidade de 100 litros onde a população deve acomodar os materiais. Nos dias agendados, uma equipe com o caminhão da Coocamarji passará recolhendo os sacos e transportaram os resíduos até a sede da cooperativa onde será separado para o processo de reciclagem.

Nos sacos distribuídos pela cooperativa aos moradores devem ser colocados os resíduos secos que são compostos, principalmente, por metais (como aço e alumínio), papel, papelão, caixas de tetrapak, diferentes tipos de plásticos e recipientes de produtos de limpeza.

O cronograma de atendimento desses bairros acontecerá na segunda-feira no Urupá, Centro e Jardim dos Migrantes; Quarta-feira serão atendidos o Casa Preta e o Dom Bosco; e na Sexta-feira a Vila Jotão e o Nova Brasília. A coleta acontece no período da manhã.

A secretária de Meio Ambiente, Kátia Casula, explicou que no inicio do mês passado a prefeitura firmou a parceria para que a Coocamarji realize os serviços que envolvem a coleta, transporte, triagem, processamento e destinação de final de resíduos recicláveis e reutilizáveis no âmbito do município. Com a parceria firmada, a cooperativa dos catadores, que é formada por cerca de 28 famílias, receberá o valor de R$22.866,40 por mês, ou seja, R$ 274.396,80 por ano.

Conforme Kátia Casula, a parceria resulta em economia para o município e renda para as famílias que trabalham com reciclagem, além de diversos ganhos ambientais.

Os catadores ficaram responsáveis pela coleta nos quatro Ecopontos existentes na cidade, a coleta seletiva em seis condomínios que já aderiram ao projeto junto a Semeia, coleta seletiva porta a porta em 20% das residências nos primeiros 6 meses, aumentando gradativamente para chegar a 50% dos bairros da cidade até o ano de 2021, além da triagem dos caminhões de coleta noturnos, que geralmente são os que possuem maior quantidade de resíduos recicláveis por percorrer área comercial da cidade.

Kátia ressaltou que o sistema que está sendo implantado tem se mostrado bastante positivo, Em um teste realizado pela Semeia e a Cooperativa, os catadores conseguiu aproveitar 105 toneladas de lixo reciclável que não foram para o aterro sanitário, representando uma economia de mais R$10.000,00 aos cofres do município.